terça-feira, 10 de abril de 2012

UM AMOR DESILUDIDO


Era uma vez , um casal  apaixonado.D Ana e seu PAULO  se conheceram  no trabalho e com o passar dos anos se casaram O casamento foi lindo, e estavam felizes até que foram morar juntos ás horas passavam e era só beijos e carinhos, mais o tempo foi passando  na hora do café  seu PAULO só se preocupava em ler o jornal , não  dava mais atenção a D Ana que ficava irritada .
     À noite quando assistiam a televisão o casal como sempre, brigavam por vários motivos , até um dia seu PAULO com tanta raiva de D. ANA deu-lhe um tapa na cara, então a briga começou D. ANA pegou um jarro tascou em seu PAULO, já não havia entendimento  entre eles e D Ana  chorava desconsolada e pensativa ,pois ela acreditava que seria tudo lindo e perfeito mais agora   brigas e desilusão. Então pensa e o fim  as mãos que antes juntas agora separadas e D Ana organiza a mala e vai embora gorda e desiludida. 

                                                 
 Aluna : EDNALVA

Vida de Casado


        Era uma vez, uma mulher que se chamava Flor e um homem que tinha o nome de José.
        Eles se conheceram por amigos, se apaixonaram e resolveram casar.
    No dia do casamento estava tudo perfeito, igreja, vestido, padre, noiva e noivo. Assim que Terminou a festa foram para a nova casa, onde tiveram a “lua de mel” e ficaram bastante felizes, eles faziam tudo juntos; tomavam café, assistiam à televisão.
       Mais isso não durou muito tempo, pois começaram as discussões, eles a brigavam por bobagem, por causa das suas diferenças e manias.
      Mais teve certo dia que a discussão deles acabou em agressão e o senhor José deu um tapa no rosto de Flor e ela para se defender, pegou um vaso de flores e jogou nele.
E disse:
_ Eu quero o divórcio.
E ele respondeu:
_ Para minha felicidade eu dou.
Mais Flor não quis esperar o divórcio organizou as malas e foi embora.
                                                                                                               
                                                                                                             Aluna Sonia Meira da Silva     
  


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um lindo pôr do sol

Era  domingo cinco horas da tarde, sentada numa pedra grande eu observava o agito das ondas do mar batendo nas grandes rochas. Aquele vai e vem das ondas me dava imensa paz e  me transportava para o passado onde  dava grandes mergulhos. O som dos cantos dos pássaros, a comida que saboreava, peixe frito com farofa e uma salada à vinagrete, ao lado de pessoas que demostravam paz e felicidade. Era tudo maravilhoso.Lembranças de brincadeira de rodas, picula, amarelinha, risos dos meus amigos. De repente um grande ruído nas rochas, são as ondas do mar batendo nelas e mun segundo olho para aquele imenso céu azul e vejo um maravilhoso pôr do sol amarelo-alaranjado é tão estonteante e eu digo admirada -''Meu Deus''. Dai vou embora para casa.    


Aluna : Raquel Santana Ferreira                                                        

O Medo

É  noite, tudo está escuro, a chuva cai, forte e frequente, junta-se a ela um barulho que assusta a pequena " Bia " que desperta chorando e exclamando: - Tia o que é isso ? Ladrão ?- Não filha, o barulho é da chuva e de moto, deve ser o jornaleiro desempenhando o seu trabalho fazendo a entrega dos jornais. 
   São 04 horas da madrugada, vá dormir filha, o que ela após ouvir algumas histórias e ser acalentada, despede-se: _ Boa noite tia, adormecendo a seguir.



Aluna - Marinalva Alves dos Reis Fraga.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O Caminho para a Felicidade

      É sábado, acordo cedo com o canto inssistente de alguns bem-te-vis. O dia está ensolarado, me convidando para sair. - Aceito o convite.
      Um ônibus me leva para o meu destino. Desco e entro no zoológico. Estou só...
      O cheiro das plantas invade meus pulmões, sedentos de ar puro. Paro para olhar uma flor de colorido exuberante, e logo em seguida me detenho admirando as jaqueiras carregadas de frutas maduras. Ah! Esse cheiro me faz querer saltar em um dos galhos e abocanhar uma jaca grande e bem madura. Percebo que ali, só os macacos barulhentos e os passarinhos, podem realizar meu desejo. Em seguida olho o pôço com peixinhos de cor cinza. Continuo o meu trajeto, só que diferente das outras pessoas, eu faço o caminho contrário, pois o meu objetivo é outro. 
     Observo rapidamente os ursos e chego até os flamingos, com suas pernas longas e secas, mas no geral de uma cor maravilhosa. Não lembro de ter visto uma ave assim quando criança.    
     Enquanto caminho medito nas criações de Deus.
     Agora subo uma pequena ladeira que dá acesso aos felinos, que hoje estão acordados e agitados. Uma onça negra me encara e eu imagino o que se passa em sua mente de animal : -Olha quantos petiscos ali fora! Desviu o meu olhar e sigo. Escuto algo! Parece alguém me chamando: -Irá! Olho ao meu redor e vejo o autor do chamado. É um pavão se exibindo. Estando longe, ainda escuto o seu chamado : - Irá!
    Me desviu das cobras, e finalmente chego onde eu queria.
    Estou no ponto mais alto do zoológico. Encosto em um coqueiro, que para meu alívio, está sem cocos.
    Ali estou eu, em um dos meus cantinhos preferidos. Na sombra daquele coqueiro e tendo o vasto mar a minha frente, é ali que podem me achar vez por outra. Percebo então, que um simples passeio como esse, pode ser um caminho para a felicidade.

Aluna - Iraildes dos Santos Correia